Cidade

Aumento do consumo de drogas = aumento da criminalidade!

    Pesquisa divulgada nesta segunda pela CNM (Confederação Nacional de Municípios) revela que o crack está substituindo o álcool nos municípios de pequeno porte e nas áreas rurais.
    A facilidade de acesso e o baixo custo do crack estão fazendo com que a droga se alastre pelo país. Nos grandes centros, uma pedra de crack custa menos de R$ 5.
    Dentre os 4.400 municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade. A droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, aponta a pesquisa.
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Condomínio, casa ou apartamento, onde morar sem ter “medo”?

Esse não é um problema para os moradores das calmas cidades do interior. Mas, nas metrópoles brasileiras, a segurança contra ladrões e assaltos é uma das maiores preocupações. Quando alguém pensa em um lugar para morar, normalmente leva em conta critérios como a paisagem vista da janela ou do quintal, o conforto, o comércio próximo e a facilidade de acesso. São itens realmente importantes, que podem tornar a vida mais agradável. Mas não são os únicos a considerar. No Brasil, existem 45 milhões de residências. Apenas 0,33% delas possuem sistemas de proteção, como alarmes e câmeras, monitorados por empresas especializadas. Todo o resto conta com sistemas caseiros ou cuidados precários. Em tese, estariam todos inseguros. No entanto, é possível estabelecer uma comparação precisa entre apartamentos, condomínios e casas com frente para a rua levando em consideração suas fragilidades e seus pontos fortes.
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Segurança Pública: Civil x Militar

Carlos Fernando Priolli L’Apiccirella
Delegado de Polícia


Diz o Professor De Plácido e Silva: “Segurança: derivado de segurar, exprime, gramaticalmente, a ação e efeito de tornar seguro, ou de assegurar e garantir alguma coisa. Assim, segurança indica o sentido de tornar a coisa livre de perigos, de incertezas. Tem o mesmo sentido de seguridade que é a qualidade, a condição de estar seguro, livre de perigos e riscos, de estar afastado de danos ou prejuízos eventuais. E Segurança Pública? É o afastamento, por meio de organizações próprias, de todo perigo ou de todo mal que possa afetar a ordem pública, em prejuízo da vida, da liberdade ou dos direitos de propriedade de cada cidadão. A segurança pública, assim, limita a liberdade individual, estabelecendo que a liberdade de cada cidadão, mesmo em fazer aquilo que a lei não lhe veda, não pode turbar a liberdade assegurada aos demais, ofendendo-a”.
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Brado de alerta: Nossa fauna e flora correm perigo!

Lagoa Olhos D’Agua - Foto: DivulgaçãoSegundo e-mail enviado pelo professor José Eugênio da UFMG, a prefeitura de Lagoa Santa começou a urbanizar a lagoa Olhos D’Agua, que é, usada para a construcão e fixacão de ninhos e é uma das poucas lagoas naturais  da APA Carste que tem vegetacao aquática, como taboas, junco,  ninfeaceas (flutuantes), samambaias aquáticas e ainda algas no fundo. Nessa lagoa ainda podem ser vistas varias espécies de aves aquáticas que dependem dessa vegetacão ou de onde caçam insetos, peixes, etc. Elas dependem dessa vegetação para sobreviver. A vegetaçao terrestre é um tampão em torno da lagoa e a protege do assoreamento, dentre outras coisas.
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Espécies de aves aquáticas associadas a lagoas temporárias de Lagoa Santa, ameaçadas de extinção

Mycteria Americana conhecido como “Cabeça Seca”Considerada como área de importância biológica extrema para conservação de aves no estado de Minas Gerais (Biodivérsitas e CPRM; 1998), Dornas-Oliveira (2004), registrou a ocorrência de três espécies de aves aquáticas ameaçadas de extinção na região.
Mycteria Americana (Cabeça Seca), Ajaia Ajaia (Colhereiro) e Sarkidiornis Melanoto (Pato de Crista).
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Resposta da APA Carste à promotoria de justiça da cidade sobre as obras na Lagoa Olhos D’água

Resumo das perguntas e respostas:
LAUDO DE VISTORIA
Interessado 2ª Promotoria de Justiça de Lagoa Santa
Ref.: Oficio  033/2011/ 2ª PJLS-IC- 00148.01000001-3
Processo ICMBIO 02160.000005/2011-96

Trata de vistoria em atendimento ao Ofício nº 033/2011/2ª PJLS requisitando realização de perícia no local a que se refere a possíveis danos ambientais na Lagoa Olhos D’água
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Entenda a polêmica sobre a Lagoa Olhos D’agua

Chefe da APA Carste: Ricardo de Magalhães BarbalhoA Prefeitura, A Copasa e a Empreiteira estão dispensadas do licenciamento ambiental para a obra em questão, pois estão amparadas por norma da SUPRAM, portanto estão dentro da lei. A APA Carste nada pode fazer, para embargar, pois só pode cumprir a lei, partindo do princípio da “Impessoalidade” que diz que o orgão fiscalizador e seus agentes só fazem aquilo que a lei manda. “Quando o Estado (leia se SUPRAM), dispensa o licenciamento é porque saiu do interesse dele e o interesse sobre o impacto causado passa a ser local” Diz o Chefe da APA Carste.
O que já deveria ter sido feito: O Executivo, o Legislativo e a própria Sociedade Civil organizada deveriam ter elaborado e votado um código ambiental local que fizesse parte do “Plano Diretor”, resolvendo assim inúmeras quedas de braço ambientais e evitando que poucas pessoas “decidam o que fazer, quanto ao meio ambiente”.
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