A vida como ela é... Quem pode atirar a primeira pedra?

A vida como ela é... Quem pode atirar a primeira pedra?


Caro leitor A Vida como Ela é... É uma série de crônicas escritas por Nelson Rodrigues, um dos maiores escritores brasileiros do século XX, durante os anos 1950 a 1961. A Vida como Ela É... era o nome da coluna diária do escritor no jornal Última Hora. Samuel Wainer, proprietário do jornal, queria que Nelson Rodrigues, já consagrado pela peça “Vestido de Noiva”, retratasse uma história da vida real diariamente. E agora, caríssimo leitor, 60 anos após, este nosso editorial contará uma história real para você também. Na ultima edição do JD – Jornal Diferente, publicamos matéria sobre denúncia sem provas apresentadas, veiculada no programa humorístico e de Entretenimento CQC. A denúncia patrocinada por ex-aliados políticos do prefeito Dr. Fernando, dizia respeito ao recebimento em duplicidade de salário. Nossa matéria discorreu sobre a falta de provas para justificar a denuncia (leia nova matéria nas pags. 4 e 5 desta edição) e a tentativa de ex-aliados políticos de tirar um cidadão eleito pelo povo de seu posto, na marra, sem a comprovação da culpa. Somos da opinião de que: Quem erra, deve sim, pagar pelos erros cometidos, e se for político, deve ser investigado, expulso de suas funções públicas e preso, mas só após a constatação. Este o foco da matéria. Infelizmente, ainda não sabemos por qual motivo fomos compelidos a divulgar junto à matéria legítima, “Nota de Esclarecimento”, considerada aoócrifa e que ainda investigamos. Nota esta, contestada pelos produtores do programa legitimamente, e insistentemente combatida através do Facebook de forma leviana e criminosa por cidadãos diretamente interessados pelo sucesso da matéria. Dizem algumas pessoas, que a matéria foi paga, se foi mesmo, não podemos afirmar, só imaginar que esta turma deve estar com os burros n’água e cheia de Dindin. Fica a duvida, mas existe vídeo do Lobão na internet dizendo coisas a respeito, outras pessoas públicas também atestam isso. Sabe-se que é comum essa pratica na mídia nacional, principalmente pelos pequenos e caçadores de níqueis espalhados por ai, inclusive aqui por estas bandas, basta verificar capas e mais capas de revistas e matérias em seu interior. São matérias pagas para se falar bem de alguém ou de alguma empresa, etc e tal. Até ai tudo bem, a falta de tutano e criatividade dessa gente é de dar dó. Diferentemente o JD – Jornal Diferente nunca cobrou um centavo sequer, quando entrevista personalidades, artistas e empresários locais ou não. Ficamos até, surpresos quando muitos dos entrevistados nos perguntam se iremos cobrar, pois praxe do mercado local, salvo exceções. Nossas capas, tanto do JD – Jornal Diferente, quanto da Revista Foco Diferente são invioláveis e patrimônio preservado, pois carregam nossa marca, estilo e independência. Você caro leitor, deve saber bem que estamos num fogo cruzado. Com fulcro na matéria do CQC, temos sido atacados pelos meliantes de plantão e até mesmo por empresas consideradas co-irmãs e sobre isso falaremos na próxima edição. Fomos obrigados até a utilizar medidas protetivas para evitar prejuízos maiores dos que já estamos sofrendo. Neste momento o que nos move é esclarecer e contar com a sua clarividência e pedir a você que tem apreço por nosso estilo e postura profissional, que não se deixe levar por insinuações maldosas que, podem colocar em risco este trabalho digno e respeitado e feito com carinho e dedicação para você que ama a liberdade de expressão, a verdade e a ética. Fizemos o que qualquer ser humano de bem deve fazer, se erra, corrige seus erros prontamente e segue aprendendo com a lição. E que atire a primeira pedra, aquele que tiver isento de pecado.
Até breve.