Artistas Nacionais

Cantor Oswaldo Montenegro lança álbum de músicas inéditas e investe na carreira como diretor de longa metragem

Por Fabrícia Araújo
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Cantor Oswaldo Montenegro - Foto: Eduardo Enomoto    Nascido no Rio de Janeiro e criado no bairro Grajaú, o cantor, compositor, diretor de inúmeras peças musicais e também ator, Oswaldo Montenegro crava suas raízes musicais em Minas Gerais. Aos 8 anos, o cantor se mudou com seus pais para a cidade de São João Del Rey, onde pode conhecer de perto um pouco da poesia e da música.  Durante as noites cantantes de São João Del Rey, Oswaldo acompanhou os amigos do pai, que realizavam serestas para as moças da cidade.
    Influenciado pelo romantismo e pela poesia, o menino aprendeu a tocar violão com um dos seresteiros, quando compôs a sua primeira canção: “Linheiro”, nome do rio que corta a cidade mineira.
    A partir de então, Oswaldo passou a respirar e viver da canção. Aos 13 anos e de volta ao Rio de Janeiro, o cantor venceu o primeiro festival com a música “Canção para Ninar Irmã Pequena” que mais tarde seria gravada na trilha do vídeo “O Vale Encantado”, com o título “Canção para Ninar Gente Pequena”.
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Gustavo Penna finaliza reforma do Mineirão e é agraciado com importantes prêmios da arquitetura mundial

Por Fabrícia Araújo
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Ele é Gustavo Araújo Penna, um dos maiores arquitetos do Brasil, responsável por realizar diversas obras na capital mineira e em várias partes do Estado, entre elas, o prédio da Rede Globo Minas, a sede da Escola Guignard e o Museu de Congonhas, localizado no Santuário do Bom Jesus de Matozinhos. O arquiteto também realizou diversas obras de cunho urbanístico, como a intervenção na orla da Lagoa da Pampulha e na Praça Sete, além de ser responsável por vários projetos residenciais em Belo Horizonte.
    O JD – Jornal Diferente teve o prazer de entrevistar o arquiteto em seu escritório em Belo Horizonte, onde nos recebeu com imensa simpatia. Gustavo é apaixonado por Lagoa Santa e manifestou o desejo de realizar uma grande obra por aqui.
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Com uma panela na cabeça e a criatividade em outro mundo!...


Por Fabrícia Araújo
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Ele é Ziraldo Pinto Alves, o mineiro de Caratinga que se apaixonou bem cedo pelo desenho e pela literatura. Na infância, fazia desenhos em paredes e lia Monteiro Lobato.  Iniciou sua trajetória com quadrinhos no Jornal Folha de Minas, onde publicava uma página de humor. Em 1960, passou a desenhar cartuns e charges sobre política na revista “O Cruzeiro” e no “Jornal do Brasil”, quando nasceram seus primeiros personagens de sucesso: Jeremias, o  Bom, a Supermãe e o Come-Quieto (Mineirinho).  Na mesma década, Ziraldo realizou um grande sonho :  ter sua própria revista em quadrinhos. Surgiu então, “A Turma do Pererê”, gibi que fez a alegria da criançada. No período Militar, Ziraldo junto a outros grandes cartunistas como Millôr Fernandes, Jaguar e Henfil, fundaram “O Pasquim” – o primeiro e mais importante jornal que lutou pela liberdade de expressão da história do Brasil.  No final da década de 60, nasce das mãos de Ziraldo, o seu primeiro livro:  Flicts – a história de uma cor que não encontrava o seu lugar no mundo. 
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Filmes do Rei Roberto Carlos – Auxílio Luxuoso (Última Parte)

Por Marcos Pierry (Crítico de cinema)
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Os créditos da trilogia de Roberto Carlos assinada por Roberto Farias renderiam um texto à parte para dar conta de participações como a dos escritores Paulo Mendes Campos ou Bráulio Pedroso no roteiro; o ator José Lewgoy, de algum modo, a reeditar os vilões que o tornaram célebre no período das chanchadas; Reginaldo Faria, Raul Cortez, Flávio Migliaccio e Paulo Porto também no elenco; José Medeiros na fotografia; Rafael Valverde e Raimundo Higino na montagem. Uma equipe que somente um diretor com experiência e trânsito poderia reunir.
Na primeira película, ... Em Ritmo de Aventura (68), RC é perseguido por uma quadrilha que quer escravizá-lo como criador musical em série. O ídolo corre de um lado a outro, passando por Rio, São Paulo e Nova York em imagens incríveis, como as sequências aéreas no alto do Cristo Redentor, o vôo de helicóptero no interior de um túnel, piruetas da Esquadrilha da Fumaça ou o número musical de Quando na cobertura de um prédio na Paulicéia.
Repleto de músicas consagradas (Você Não Serve Pra Mim, Namoradinha de Um Amigo Meu, Por Isso Corro Demais, Eu Sou Terrível, Como É Grande o Meu Amor Por Você, Negro Gato...), o filme tem passado por uma reavaliação e perdeu um pouco da pecha de LP ilustrado do Roberto, algo não muito distante do resultado atingido por RC e o Diamante Cor de Rosa (70), próximo trabalho da série. A novidade é Erasmo Carlos, o Tremendão, e Wanderléa, a Ternurinha, cantando, respectivamente, Vou Ficar Nu Pra Chamar sua Atenção e Você Vai Ser o Meu Escândalo enquanto o rei solta a voz em As Curvas da Estrada de Santos. Desta vez, o jogo de gato e rato com os bandidos ganha cenas no Japão, Israel e Portugal.
No terceiro longa, RC a 300 Km por Hora (72), somente o velho parceiro Erasmo permanece no elenco. Ele e Roberto, vivendo dois apaixonados por automobilismo, decidem ficar longe dos números musicais e investir nos personagens. O excesso de merchandising comprometeu a narrativa e Roberto Carlos posteriormente reprovaria seu trabalho de ator. O campo de referências desloca-se das produções dos Beatles – Os Reis do Iê Iê Iê (64) e Help! (65), dirigidos por Richard Lester – para o Elvis Presley de Amor à Toda Velocidade (64). Mas, embora ainda rentável, a fórmula dava sinais de esgotamento.
RC contra Godard
De qualquer maneira, com os filmes do xará Farias, Roberto entrou para a história do cinema brasileiro. A longevidade do especial de TV de fim de ano, exibido desde 1974 pela Globo, e que já contou com o rei de bigode, chapéu e bengala chaplinianos a homenagear o ícone do cinema, não reduz a importância da trilogia para sua imagem de astro da música. São filmes que marcaram a jovem guarda e, de quebra, deram uma aula de mercado.
RC tonou-se, desde então, presença obrigatória em trilhas de filmes e telenovelas, como pode ser visto, e ouvido, neste 2012 no longa À Beira do Caminho, de Breno Silveira, o mesmo diretor de 2 Filhos de Francisco, e Salve Jorge, trama de Glória Perez com direção de Marcos Schechtman.
O cantor voltaria a cruzar o caminho de outra lenda da sétima arte nos anos 80, quando apoiou o veto do presidente Sarney a Je Vous Salous Marie, de Jean-Luc Godard. Talvez um pouco demais, mesmo para quem ganharia, tempos depois, um dia oficial em sua homenagem (26 de fevereiro) na terra do cinema, Los Angeles. Mas rei é rei.

 

Nanda Costa brilha como protagonista da novela “Salve Jorge”, de Glória Perez

Por Fabrícia Araújo
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Ela é Fernanda Costa Campos Cotote ou simplesmente, Nanda Costa que aos 26 anos, ganha da autora Glória Perez, sua primeira protagonista na novela das 21 horas, “Salve Jorge”.  A atriz vive Morena, moradora do Complexo do Alemão, que se apaixona por Théo, um oficial do exercito interpretado pelo ator Rodrigo Lombardi e vive uma bela história de amor, até receber o convite para trabalhar no exterior, sem saber que na verdade, se envolveria com uma quadrilha de tráfico internacional de pessoas.
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Filmes do rei Roberto Carlos marcaram uma geração (Parte I)

Por Marcos Pierry (Crítico de cinema)
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A presença de astros da música popular no mundo do cinema é estratégia recorrente de produtores, diretores e dos próprios artistas, instados a fustigar qualquer brecha de massificação conforme a vigência de modelos bem específicos de circulação da arte a partir do pós-Guerra. Uma das ações de peso do modelo cultural pautado pela pressão de um potencial de mercado busca, justamente, fazer do que se torna sucesso em uma mídia fenômeno de vendas em outro meio de comunicação.
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Turma da Mônica: Sucesso absoluto na versão jovem

Por Fabrícia Araújo
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Ele faz a alegria da criançada há mais de cinco décadas e, recentemente, conquistou o público adolescente, tornando os personagens dos gibis infantis - Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali em jovens apaixonantes - Ele é Maurício de  Sousa, nascido em Santa Isabel e criado em Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo, o autor inova suas criações e acompanha a evolução tecnológica, associando a marca a diversos produtos e mídias de todo país, sem deixar o brilho e a magia que só essa turminha sabe transmitir. Em entrevista para o Jornal Diferente, ele fala sobre o início da carreira, a criação de seus personagens e as evoluções ocorridas ao longo de anos a frente das histórias em quadrinhos mais lidas do mundo.
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Silvia Buarque reestréia no cinema


Por Fabrícia Araújo
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Ela é atriz de teatro, cinema e TV. Filha do cantor Chico Buarque de Hollanda e da atriz Marieta Severo, a Dona Nenê de “A Grande Família”.  Seu nome, Sílvia Severo Buarque de Hollanda Díaz, tem 43 anos é casada com o ator Chico Díaz e mãe da pequena Irene, de 7 anos.
Sílvia começou na carreira de atriz ainda jovem, aos 16 anos. No Teatro Tablado fez sua estréia na a peça “Os doze trabalhos de Hércules 2”.
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